Auxílio de sistemas #antioxidantes

Várias doenças são relacionadas com a ação dos radicais livres, nomeadamente a aterosclerose, a diabetes, as doenças autoimunes, as doenças neurológicas degenerativas (Alzheimer, Parkinson, Huntington, etc.) e o cancro. Assim, torna-se importante contarmos com o auxílio de sistemas antioxidantes extra.

Estes sistemas antioxidantes não enzimáticos são, na sua maioria, exógenos, ou seja, necessitam de ser absorvidos pela alimentação diária, ou sob a forma de suplementos alimentares, que podem ser ricos em enzimas antioxidantes e em antioxidantes não enzimáticos.

 

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Fonte: http://bit.ly/I8XDEi

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Efeitos dos UV na pele #antioxidantes

Na pele, os efeitos negativos do stresse oxidativo, ao nível do envelhecimento cutâneo, são os que estão mais amplamente divulgados. Sobretudo, pela ação perniciosa da radiação solar. As zonas expostas da pele ficam mais suscetíveis a sofrer lesões provocadas pela ação das espécies reativas ao nível das fibras que a constituem (colagénio e elastina) e ao nível da membrana e ADN das células.

Fenómenos inflamatórios, imunosupressão, cancro, máculas, rugas e envelhecimento acelerado são algumas das consequências possíveis do stresse oxidativo provocado pela exposição às radiações UV. Ainda que seja difícil diferenciar entre o que são processos próprios do envelhecimento biológico e processos patológicos que se desenvolvem durante o mesmo, está estimado que mais de 50% dos sinais visíveis do envelhecimento cutâneo poderão ser provocados pelos UV e pelos radicais livres formados devido à exposição a estes.

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Stresse oxidativo #antioxidantes

Em condições de stresse oxidativo, as espécies reativas de oxigénio causam diversas lesões às principais biomoléculas. A presença de tais lesões tem sido registada em diversas doenças com elevada morbilidade e mortalidade. O stresse oxidativo é a denominação para a condição fisiológica em que se regista um excesso de radicais livres, o qual acarreta vários efeitos prejudiciais à saúde.

A poluição a que estamos sujeitos, a exposição muitas vezes excessiva à radiação solar, o stresse quotidiano, os comportamentos prejudiciais como o tabagismo, o excesso de ingestão de gorduras polinsaturadas, uma dieta hipercalórica ou hiperproteica, a falta de aporte em alimentos/nutrientes com propriedades antioxidantes, entre outros.

Os métodos de medição mais comuns incluem a medição da concentração plasmáticos de determinados antioxidantes (vitaminas E, C, coenzima Q (ubiquinol), glutatião, etc.) e a medição do estado oxidativo (p.ex.: determinação plasmática de subprodutos de peroxidação lipídica).

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